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terça-feira, 21 de abril de 2009

Histórias.

Histórias quem não têm a sua? São tantos os pedaços de momentos, pedaços de vivências que fazem as nossas histórias. Umas felizes e outras tristes, mas todos eles formam a nossa, e de que valem as nossas histórias se não forem partilhadas? De que valem as linhas que cruzamos ou as regras que quebramos se não existir por trás uma razão? Quase tudo se resume ao amor. E o amor, o amor tem tantas formas! Alguém que nos faz sentir muito quando nos sentimos nada. E ao nosso redor tanto que dizem conhecer-nos quando nada sabem de nós. Não conhecem a história, não sabem o que nos acelera o bater do peito, o que nos causa borboletas no estômago. Os amigos que nos tomam como abençoados e nem sempre sabem ouvir para saber a confusão dentro de nós porque não têm tempo para nos conhecer de verdade. Sim, com certeza fomos feitos para alguém, eu já encontrei o meu alguém, e juntos formamos mais um pedaço da nossa historia tanto individual como conjunta. Serão todas as histórias iguais? Possivelmente…Sim. Possivelmente…Não. Andamos tão atarefados com outras coisas e outras histórias, que por vezes esquecemos da nossa história e a nossa história deveria ser a única a ser lembrada por nós mesmos.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Socorrooooooooooooooooooooooooooooo...

Socorroooooooooooooooo. Credo… Já devorei metade de um bolo de chocolate com creme de leite hoje…. A culpa é deste tempo… não para de chover… não saio a rua… e pimba vingo-me no bolo…. ...

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Desculpa lá a minha ousadia, Pai Natal.

Sabes Pai natal começo a achar-te cada Natal mais estranho...
E não estou a falar do teu aspecto, pois esse mantém-se igual de ano para ano, deves gastar uma pipa de massa em plásticas… aposto que utilizas a mesma clínica que o Castelo Branco...
Desculpa lá a minha ousadia ou o mau feitio da minha parte, mas Pai Natal tu és um bocado abixanado, com esse fatinho vermelho, com botas pretas de cano alto e luvinhas brancas, não há outro nome que me venha à memória alem desse… é estranho muito estranho… além do mais é muito suspeito o que tu fazes com as criancinhas.
És suspeito, pronto… primeiro alicias a pequenada com presentes e em menos de nada já as estás a sentar no teu colo.
Sim, eu não sei se faria melhor, até porque há umas quantas que apetece sentá-las no colo mas de rabinho virado para a lua e enchê-lo de palmada. Pelo menos nisso admiro-te: na paciência.
E depois… cadê a Mãe Natal?
Alguma vez alguém viu a Mãe Natal???
Não, pois não… ora ai está as minhas suspeitas confirmam-se, mas como raio tu ocupas o teu tempo o ano inteiro, se nem uma companhia feminina tens??
Pensando bem, até sei porque é que vens todos os anos com o teu ho-ho-ho… é natural.
Ninguém se lembra de ti o ano inteiro e depois vens com esse riso cínico de como quem diz: sentiram a minha falta, não foi?
Não chorem mais, eu cheguei.
Se fosses pelo menos um daqueles Pai Natal calendário Pirelli mas versão masculina...
E já se torna uma chatice apareceres todos os anos quando já está mais que visto que já devias pousar as botas. Reformares-te, sabes? Tens que idade? Nem tu deves saber, já que ninguém te conhece pai ou mãe, como podes saber quando nasceste? Talvez venham daí todos os teus traumas.
E convém dizer-te que só por tua causa, gasto um horror de dinheiro. Se fôssemos na cantiga de que o Natal é quando um homem quer, estava eu bem fo****.
Mas claro que tu pouco ou nada queres saber disso… deixaste-te estar aí na tua lareira o ano inteiro, as escravas das renas é que se matam a trabalhar… e tu, que nem menino Jesus, no sofá estendido, no sofá deitado… só assim se pode chegar a esse estado barrigudo a que tu chegaste. Pobre Rodolfo… nem sei como é que ele te aguenta... Mas adiante…
Quero dizer-te que este ano não te venho pedir nada. Até porque já me provaste que não és capaz de realizar qualquer desejo meu, se não fosse eu a realiza-los estava bem lixadinha da vida. Realmente não sei o que é que tu tens contra mim, pois a minha amiga quando te mandou um postal a dois anos a fazer um pedido, tu atendeste-a logo e em triplicado… mas que raio… não me digas que não tinhas a certeza da morada e pelo sim pelo não enviaste três vezes em embalagens diferentes….
Mas bem, o que te quero dizer é que gozes muito bem este teu último ano de mandato.
No próximo ano, quem vai concorrer à presidência sou eu… desde que haja uma cláusula que me permita continuar a viver no meu país e é se me querem ainda viva até ao ano seguinte.
Quando me aplico, sou boa , mas mesmo, mesmo boa, naquilo que faço.
Vou concorrer às eleições. E mais: vou ganhar… que eu não faço a coisa por menos. Foi um prazer conhecer-te… sempre me fizeste rir umas quantas vezes. Ahhh e nas mudanças, podes levar a roupa… ela não me serve de qualquer maneira…
Estou tão entusiasmada… podes aproveitar e ir avisando as criancinhas que no próximo ano têm que escrever: Querida Mãe Natal… vai ser giro, não vai?
Quer dizer, se calhar tu não vais achar muita graça, mas é para estares no meu lugar uma vez na vida.
E até vais gostar, palavra de Borboleta.
Vais ver que vou ser uma Mãe Natal à altura desse trono…

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Vícios , superstições e medos.

Vícios , superstições e medos.
Vícios que os não têm???
Eu tenho alguns bons e outros menos bons.
Sou viciada em livros… (mesmo que não os leia todos, compro muitos)
Sou viciada em botas e sapatos… (de todas as cores e de salto alto)
Sou viciada em café… e digamos que em cigarros também (um mau vício, eu sei)
Sou viciada em chocolate, de todas as formas, cores e tipos… digamos que sou uma chocaólica.
Sou viciada no riso e nos amigos.
Sou viciada em borboletas… mas isso não é novidade para ninguém.
Ai tantos vícios, é melhor ficar por aqui se não ninguém me aguenta.
Mas o meu maior vício e o qual sem ele não passo… melhor sem eles não passo são os nos meus pequerruchos e no meu Rei…
Superstições tenho algumas, mas não sou demasiado crente …
Não gosto de ver gatos pretos numa sexta-feira 13, nem de passar por debaixo de escadotes, mas para ser sincera nunca vi nenhum gato preto numa sexta-feira e nem tive de passar por debaixo de nenhum escadote…
Mas medos tenho sim… e muitos… sou uma mariquinhas pé de salsa…
Odeio, tenho pavor, não posso ver, se vir fujo ou passo bem, bem, bem longe… das aranhas…. Sejam de que tamanho forem….
Tenho medo do escuro… e se vir um filme de terror, minguem me tira da cama até ser dia… Tenho medo da trovoada… do mar quando está bravo... de andar sozinha na rua a noite.
Tenho um medo estúpido para a minha idade, tenho medo de envelhecer, não é medo de ficar com rugas ou de cabelos brancos, ou de ficar menos atraente, pois contra isso não há ninguém que possa lutar, mas tarde ou mais cedo isso vai acontecer, tenho medo de envelhecer devido a solidão… ao desprezo ao desrespeito .
Hoje pelo que vejo, os velhos não tem lugar em lugar nenhum, ninguém quer saber deles… Depois de passarem uma vida a cuidar dos filhos e depois dos netos, acabam por ser despejados em lares, quando não são abandonados nas suas próprias casas ou nas ruas, fim triste para quem levou uma vida a lutar para amar e dar carinho e agora que são eles que precisam não têm onde ir buscar um pouco de conforto ou carinho. Isso deixa-me triste e assustada… com medo de envelhecer.
Bem e já chega por hoje.

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

A que sabe um beijo?

Hum… a que sabe um beijo…
Sabe bem.
Sabe… a ternura.
Não sabe a pastilha elástica,
Nem a algodão doce.
Não sabe a caramelo,
Nem a chocolate, muito menos a baunilha ou a morango.
Sabe a magia…
Não sabe a doce de leite,
Nem a pipocas,
Não sabe a chocolate com amêndoas.
Nem a gomas.
E muito menos a chease cake de framboesa. Sabe a carinho…
Não sabe a fruta doce,
Nem salada de frutas.
Nao sabe a gelado de tutti-fruit.
Nem a bolo de cocô.
E muito menos a brigadeiros.
Sabe a paixão…
Não sabe a mel,
Nem a melaço,
Não sabe a chocolate derretido com morangos.
Nem a natas batidas com creme de ovos.
E muito menos a ovos moles.
Não sabe a nada que as pupilas gustativas possam detectar…
Pois o beijo sabe a Amor e o sabor do amor só o coração sabe qual é…
E por mais doçuras ou “gostosuras” que possamos atribuir a um beijo ele sabe sempre a uma única coisa…
Sabe a quero mais.