segunda-feira, 23 de março de 2009

A canção de kali

A canção de kali.
UM MANUSCRITO COM PODERES INIMAGINÁVEIS. UMA SEITA DE ASSASSINOS DISPOSTA A TUDO PARA O POSSUIR Robert Luczak, jornalista e editor, é enviado a Calcutá para recuperar um manuscrito de uma raridade incalculável. O seu autor é um obscuro poeta indiano que morreu há quase dez anos. O manuscrito, no entanto, é mais recente, e estranhos rumores dizem que o autor ressuscitou para escrever essa obra. Aconselhado por um amigo a não aceitar a missão, Robert ignora o aviso e até leva a mulher e a filha recém-nascida. Uma decisão que o irá atormentar para o resto da vida. Calcutá é um lugar selvagem, agressivo, imundo e infinitamente estranho. Logo que chega Robert é arrastado para as entranhas da cidade e descobre que não é o único a perseguir o valioso manuscrito. O Culto de Kali – uma temível seita que conspira para invocar a Deusa da Morte e libertá-la sobre a Terra – está disposto a tudo para o encontrar: sangue, morte e até sacrifícios humanos. A Canção de Kali é a história de um homem disposto a ir ao próprio Inferno e a arriscar muito mais do que a vida. E você... está pronto para ouvir esta canção?
Um exelente livro

quinta-feira, 19 de março de 2009

A importância de ser Pai.

A importância do pai Porque hoje se comemora o dia do pai e porque hoje a noticia do jornal da tarde é que cada vez existem mais crianças de pais separados, a maioria das quais só convivem com as mães, resolvi postar sobre a importancia do pai desde o nacimento ao desenvolvimento das crianças Porque uma criança não se faz sozinha, faz-se a dois, na hora de educar deve ser a dois tambem, mesmo que não o façam enquanto casal. Desde a gestação o pai tem um papel fundamental no desenvolvimento do filho. Hoje, comprovadamente, sabe-se que todas as emoções vividas pela mãe na gestação influem diretamente no desenvolvimento da criança. Quando a mãe está feliz, ou triste, nervosa ou tranqüila a criança também recebe esses estímulos, portanto, o pai deve participar ativamente deste período, acompanhando todo o desenvolvimento, as consultas no obstetra, obtendo informações de como será a nova vida com a chegada de um bebê. Quanto menor a criança, maior é a necessidade de referência e valores. Essa referência sempre estará presente, até a vida adulta, entretanto, nos anos iniciais, os valores discursados e praticados têm um peso significativo. O pai precisa dispor de um tempo efetivo para o filho. Aquele tempinho para contar uma história, rolar no chão e contar as novidades do dia. É preciso exercitar essas atitudes para que efetivamente esse momento seja rico. Se o pai chega em casa, com a cabeça no trabalho, e coloca uma fita para o filho ver e pensa que está fazendo um benefício, pois ele está entretido e feliz, se engana. Aqueles minutos de intimidade são essenciais para criar o vínculo e dar parâmetros de comportamento à criança. Não se pode mais falar hoje, de um modelo de pai, pois muitos são os tipos de estruturas familiares. Tempos atrás, a família patriarcal era soberana. Bastava ao pai prover autoridade, segurança física e financeira – e pronto, seu papel estava sendo perfeitamente cumprido. Hoje, ainda remanescem algumas famílias patriarcais, mas são poucas. O pai tem procurado participar mais, dividir responsabilidades e prazeres ao lado dos filhos também. E claro, essa é a receita ideal. A ausência do pai pode trazer conseqüências psicológicas à criança. Se a ausência é definitiva, no caso de morte ou porque o pai não assumiu a paternidade, há que se trabalhar o contexto com a criança desde cedo contando a ela, na linguagem apropriada para a idade, o que aconteceu e como o restante da família enxerga a situação, procurando minimizar o sentimento de rejeição. É sempre muito importante ter uma figura masculina, seja ela um novo companheiro da mãe, um tio, amigo ou avô, para que se tenha o modelo masculino. Quando a criança não tem esse modelo pode passar por situações de não reconhecimento do gênero. Ela não sabe o que é ser menina ou menino, pois não têm parâmetros. É muito comum, principalmente em meninos já que estamos falando da figura do pai, adotarem trejeitos femininos ou até preferências culturalmente femininas, não porque tenham uma opção sexual diferente, o que também pode ocorrer, mas porque simplesmente ele não sabe o que é ser menino ou o que faz um menino. Todos sabemos que as crianças tendem a imitar quem esta mais proximo. Para o famoso “pãe”, o conselho é: pais são tão capazes para lidar com a rotina do filho quanto as mães. O ponto mais importante é ter consciência da necessidade do modelo feminino, como dissemos em relação ao masculino. Importantíssimo é não menosprezar a mãe, por mais difícil que tenha sido a separação, se for esse o caso. Há que se pensar na criança. Mães e pais são vínculos eternos. Não se deve "fazer a caveira" do outro, pois elas crescem, são inteligentes e irão certamente fazer comparações e tirar suas conclusões, percebendo os defeitos e qualidades de ambos. Sabemos que uma separação na maioria das vezes não acontece de forma amigável, mas é preciso se conscientizar e não usar as crianças como ferramenta para ferir o outro. Sejam espontâneos e transparentes. Não é preciso recompensas materiais. Curtam os momentos em que estão juntos, riam e se divirtam. Não há melhor receita.

sexta-feira, 13 de março de 2009

Ser mais complexo não há.

Ser mais complexo não há.
Bem vou falar de mulheres…
Não vou falar nem mal nem bem, vou generalizar que isso está na moda, e além do mais depois de colocar alguns blogs a provocar os homens…acho que está na hora de escrever sobre as mulheres. Não que com isto vá por paz a guerra dos sexos, que essa nunca terá fim…
Bem ter fim tem, mas recomeça e acaba, recomeça e acaba… porque fazer as pazes é bom. E uma guerra dura a séculos não vou ser eu que vou tentar por fim. Comecei por dizer que vou falar de mulheres, não vou falar, vou tentar falar, afinal mulheres existem muitas e assim como não existem dois grãos de areias iguaizinhos as mulheres também não são todas iguais, nem mesmo as gémeas. Por isso disse também que iria generalizar. Mulheres há muitas e homens também, isso todos nós sabemos Mas Infelizmente, não o suficiente para que todas as que querem ter, parceiro, o tenha. Não sei se será problema deles, ou delas. Ou dos dois. Ou de nenhum. Fica difícil falar das mulheres, digo falar, porque criticar é fácil. Posso começar por Eva, uma vez que ela foi a primeira das mulheres, e dizer que ela, nas suas artimanhas fez com que Adão comesse a maçã antes dela. E vê-se logo que as mulheres, quando querem muito uma coisa conseguem, sempre foi assim desde do início dos tempos. Podemos levar tempo, mas com o nosso jeitinho a coisa vai lá. Somos cuscas. Lemos revistas cor-de-rosa e azuis e conhecemos todas as caras que por lá aparecem. Sabemos o nome, o que fazem, com quem andam ou andaram. Somos implicativas. Sempre de comentário na ponta da língua. Não fazemos por mal, mas como somos boas observadoras, nada nos escapa. Desde chegar a casa e reclamar porque a cama ainda está por fazer, como reclamamos quando o homem não faz pisca para ultrapassar um carro. Reclamamos porque queremos parar e perguntar o caminho enquanto eles sabem sempre a direcção. E quando são eles a conduzir, perdemo-nos, porque se recusam a perguntar. Vivemos da moda, da aparência. Perdemos tanto tempo em frente aos espelhos e nos provadores das lojas que esquecemos tudo o resto. Compramos peças nos saldos ao desbarato e que nunca vamos sequer usar. Não nos vêm duas vezes com a mesma roupa o que leva a crer que a alugamos. Combinamos cores e todos os pormenores. Dificilmente olhamos para um homem que não vista bem Somos sonsas. Parece que não partimos um prato e depois, vai se a ver e partimos a loiça toda. Fazemos tudo pela calada, ou quase tudo, raramente dizemos à frente de alguém o que pensamos dessa pessoa. Falamos mal das outras e costumamos cobiçar o que não é nosso. Temos a manha de sete raposas e a falsidade é a nossa maior característica. Somos mulher furacão. Por onde passamos, dificilmente não notam a nossa presença. Os homens desejam e as mulheres invejam. Divertidas e faladoras. Inteligentes. O maior defeito é serem perfeccionistas. Temos as fases da loucura, fase de alegria, fases de crises de choro, crises de crises, e mais algumas crises, ficamos frustradas quando passamos horas no cabeleireiro e quando chegamos a casa e ninguém nota. E temos um amor incondicional. Agimos por intuição porque os homens nunca nos dão as respostas a nada, daí, supomos. Quando amamos, somos verdadeiras fadas do lar. Cozinhamos, bordamos e tudo mais. Deixamos de sair com as amigas para nos dedicarmos a preparar uma refeição. E pelos filhos, abdicamos de quase tudo o resto. Não compreendemos porque é que o nosso suposto homem deixou de ser companheiro e com o tempo, dedicamos mais atenção aos filhos que a ele. Não admira… Somos distraídas. E gostamos. Gostamos de seduzir e de ser seduzidas. Que nos surpreendam. De sermos donas do nosso nariz e nem sequer pedir dinheiro ao marido. Namoramos as montras ao pé dele para ver se ele percebe que nos babamos por esta ou por aquela peça. Podemos ser românticas, sentimentalistas. Choramos a ver a telenovela ou a ler um livro porque temos essa capacidade de nos infiltrar no lugar de outra pessoa e compreendemos a sua dor. Não podemos viver sem as amigas. Dentro de cada uma existe um universo que muitas vezes, nem a melhor amiga é capaz de nos perceber. Mas não importa. Ela não reclama e aceita-nos assim mesmo. Não nos chateiam porque demorámos mais dez minutos, não querem saber da nossa celulite, das rugas, acham-nos sempre bonitas, mesmo quando não o estamos, dão-nos um ombro, procuram-nos e mimam-nos. Não trocam uma saída connosco por causa de um jogo de futebol e juntas conseguimos falar sobre muitíssimos temas. Os homens, os nossos homens e os homens das outras. Rimo-nos sem motivo e de vez em quando choramos. Dividimos lágrimas e o fardo fica mais leve. Temos o mundo aos nossos pés, impulsionamos nos homens aquilo que queremos sem eles se darem conta. Sonhamos acordadas e a dormir. Desejamos e odiamos. Descemos das tamancas quando nos pisam os pés e de avental a cintura, viramos peixeiras. Temos o dom de ser uma lady na mesa e uma louca na cama, por vezes parecemos ter dupla personalidade. Ma já que desempenhamos tantos papeis, não temos dupla mas por vezes quádrupla e quíntupla personalidade, ora somos mulheres, esposas, empregadas, filhas e mães… Vamos a qualquer lugar e nem precisamos que nos acompanhem que nós não somos procissão. Mulher que é mulher, cai e levanta-se. Raramente chora em publico e dificilmente desiste das lutas em que entra. Somos felizes e reclamamos sempre da vida que temos.
E os homens… falamos mal deles.
Rimo-nos deles.
E choramos por eles.
Afinal não vivemos sem eles.

Coisas e coisinhas.

As coisas óbvias não têm a beleza do "fazer pensar". A graciosidade da vida não é ser-se esperto/inteligente (riscar o que não interessa) o suficiente para saber viver como mandam as regras. É ser-se destemido, audaz o suficiente para ir contra a maré e pensar por si. Para si, para dentro. Correr o risco de ser autêntico, sob pena de incompreendido! Porque, como me foi dado a conhecer há pouco tempo, há sempre alguém que nos desilude e alguem que nos compreende, mesmo quando somos perigosamente naturais. Não podemos agradar a todos, embora por vez nos esforcemos demasiado e acabando por nos perdermos de nós proprio...

sábado, 7 de março de 2009

Perdida até de mim...

Sopra uma brisa forte, os meus cabelos esvoaçam com o vento…
Tenho frio, não um frio que um simples agasalho me o leva-se, tenho um frio dentro de mim, o meu sangue corre gelado.
Aproximo-me do lago e vejo um reflexo nas suas calmas aguas …
A medo pergunto: – Quem és tu?
Ouço uma voz distante que me diz:
- Eu sou o teu reflexo.
- Não, não és, essa pessoa que me mostras não posso ser eu.
- Garanto-te que o és!
- Não sou, pois eu tenho sempre um sorriso e essa não, eu tenho sempre um brilho nos olhos e essa não, eu sou feliz e essa não me o parece .
- Sabes bem que o reflexo não mente, olha bem de novo…
- Sim estou a olhar!
- E?
- E não vejo nada ao qual se assemelhe.
-Então olha com olhos de ver.
-Entendo-te, um sorriso jamais pode esconder a tristeza de um olhar, para quem olha com olhos de ver e de querer…
Fico assim perdida em mim um tempo sem fim.
Não sei quem sou, não sei para onde vou…
Sei que sem ti fico perdida…
Perdida até de mim…

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Puro Prazer.

Vou-vos contar um segredo.
Adoro...
Adoro...
Adoro...
Adoro iogurtes , melhor adoro os iogurtes da danone, melhor ainda gosto dos iogurtes da danone da selecção puro danone. E porque estes e não outros. Porque estes trazem umas mensagens tão lindas , tão doces , tão inspiradoras …
Assim que retiras a tampinha lá esta a tal mensagem Como estas por exemplo:
- Dizem que é Inverno eu acho que és Primavera
-És o meu sorriso.
-Quero-te tantinho .
- És inspiradora.
- Adoro-te .
Bem se estes iogurtes tivessem pernas eu casava-me com um deles assim que lhe tira-se a tampa. Se fossem todos assim logo pela manha o dia correria muito melhor certamente, com sorrisos e mais sorrisos…
Pois sabe tão bem ouvir estas lamechices pela manha…
Vou comer outro Danone puro.
Volto já.

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Quem não?

Quem não? Quem nunca sofreu por ou de amor, que atire a primeira pedra… Pois acho que todos nos já passámos por algum desgosto relacionado com o amor ou com o que julgávamos ser amor, mas isso não nós dá o direito de desatar a disparar em todas as direcções e falar mal do amor… ou falar que ele não existe , ou isto e aquilo... São tudo tretas, isto na minha opinião. Somos seres humanos… todos nós erramos… Todos nos temos más experiências… mas contudo não devemos perder a esperança. Eu felizmente não perdi a esperança no Amor, nem nas pessoas e ainda bem que não o fiz, pois hoje posso dizer que estou feliz, muito feliz. Encontrei amor, ou ele encontrou-me a mim. E por ambos acreditarmos nele somos felizes. Temos é de acreditar… e acima de tudo acreditar em nós próprios e nas nossas capacidades. "Relembrando que não devemos esquecer...que sem amor....a vida perda a sua verdadeira identidade... "Enganar-se a respeito da natureza do amor é a mais espantosa das perdas. É uma perda eterna, para a qual não existe compensação nem no tempo nem na eternidade, a privação mais horrorosa, que não é possível recuperar nem nesta vida... nem na futura." Pensamento enviado pelo Francisco o qual eu achei que encaixava aqui muito bem. A vida sem amor não têm sentido.
Hoje olhando para trás, fico feliz por ter passado por todas as experiências que passei, por todos os buracos nos quais entrei e cavei até sair. Pois se foi preciso passar por tudo para chegar até aqui , então eu não me arrependo de nada. Hoje sou feliz ao teu lado meu Rei e juntos vamos construindo este amor eterno e lindo. Aproveito agora, que está a chegar o dia dos namorados, apesar de eu achar que o dia dos namorados é todos os dias, para te dizer uma vez mais que te amo, e que é ao teu lado que eu espero envelhecer… que giro que vai ser nós os dois velhotes e rabujentos…. Hehehehe…
Sei que a vida não é cor de rosa, mas é da cor que nós os dois lhe vamos dando dia após dia, na sua construção a dois. É ao teu lado que eu quero escrever o livro da vida, página após página e ao teu lado que um dia a quero recordar, bem juntinho no teu abraço.
Fazes-me tão bem meu Rei.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Ligação a terra.

Ligação à Terra. Pois é! Após ter lido o blog do koelho sobre a próstata e a infidelidade. Lembrei-me de uma reportagem, que li á uns tempos numa revista. É claro que …me lembrei de escrever um post. Aviso já que não tolero faltas de educação e este blog não é para ofender ninguém! Aliás se sentirem-se ofendidos é porque a carapuça serviu… Bem, citando o Koelho. “E como se estimula a próstata além da masturbação? Através do toque rectal Existe quem diga que durante o acto sexual, a mulher pode enfiar um dedo (que é o indicador!) no ânus do homem e que este gesto dá prazer ao homem... Ok, até pode dar mas tenho a certeza que muitos preferem continuar ignorantes e optar por se prevenirem, recorrendo apenas ao muito sexo...” Agora digo-te eu koelhito. Estás enganado. Podem e existem alguns que gostam de ficar na ignorância nesse assunto... Mas… São muitos os homens que preferem não ficar na ignorância, e segundo o artigo da revista Happy, não é bem do dedo a estimular a próstata que eles gostam. Eles gostam mesmo é que as mulheres os penetrem com um vibrador ou com um cinto apropriado para esse fim… É. Eu também fiquei um pouco chocada… mas a verdade é que tanto eles como elas gozam com a troca de papéis… fazendo ela de macho… e ele de… nem sei qual o termo apropriado… Mas pelos testemunhos deixados, nenhum destes homens são gays ou já lhes passou pela cabeça trocar a mulher por um homem… por isso a estimulação anal não é só coisas de maricas… muito homem com H grande o pratica…. Só que por vergonha não fala nisso. Aqui ficam alguns esclarecimentos… dado por quem é especialista. Fio terra é apenas uma entre várias técnicas para o estímulo anal do homem. Mas poucos heterossexuais conhecem essas técnicas, menos ainda as põem em prática e nenhum confessa que gosta. “Eu sentia tesão no ânus, queria continuar experimentando esse tipo de carícia, vale ou até mesmo a introdução do dedo da minha namorada na hora em que eu estava em cima dela, durante a penetração. Mas tinha uma dúvida que me matava: ficava com medo de ser gay”, revela Pedro*, 29 anos, operador da Bolsa de Valores. Na opinião de sexólogos, como a terapeuta sexual Sonia Daud, , sentir tesão no ânus não é indício de homossexualidade enrustida. “O ânus é uma área do corpo como outra qualquer e é possível sentir prazer nela sem ser considerado gay”, explica Sonia. O que define a homossexualidade é a quem está direcionado o desejo: se a pessoa sente tesão por alguém do mesmo sexo, é homossexual. Se sente desejo por ambos os sexos, é bissexual. Mas, se um homem se excita apenas com mulheres, é heterossexual, independentemente do tesão que sinta ou deixe de sentir em seu ânus. Segundo médicos, o ânus é uma poderosa região de prazer, tanto no corpo feminino como no masculino. A parte externa do ânus, próximo à abertura, tem grande concentração de terminações nervosas. Por isso, carícias feitas ali por um dedo ou uma língua podem provocar muitas sensações. Já a parte interna do ânus, o reto, acusa pressão mais que sensações. A inserção de um dedo possibilita o estímulo da base interna do pénis, do duto ejaculatório e da próstata, glândula envolvida na produção de sémen. Essas partes da anatomia masculina podem ser alcançadas pelas paredes internas do reto, perto da abertura, na direcção da frente do corpo. “Essa é uma área que pode dar tanto uma sensação de bem-estar como de mal-estar, dependendo da cabeça da pessoa”, explica o médico e sexólogo Moacir Costa, autor do livro Amar Bem. Buterfly_purple.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Socorrooooooooooooooooooooooooooooo...

Socorroooooooooooooooo. Credo… Já devorei metade de um bolo de chocolate com creme de leite hoje…. A culpa é deste tempo… não para de chover… não saio a rua… e pimba vingo-me no bolo…. ...

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Recordações.

O grande cedro ainda se encontrava no mesmo sítio. Os anos tinham passado e ele ali permanecia, grande, forte, inabalável. Ela deu uma volta em redor da grandiosa árvore, passando os seus dedos pela dura casca que brilhava em certas partes devido à resina que a cobria. O mesmo local, o mesmo sítio onde outrora fora tão feliz. Encostou-se ao grande tronco, onde ficou amparada, com as mãos atrás das costas, mantendo assim o contacto com aquela árvore, como se isso a fizesse voltar de novo àqueles tempos dos quais sentia tantas saudades. Fechou os olhos. Os cinco sentidos ficaram apurados...o cheiro a terra molhada era o mesmo, aquele cheiro que ela tanto gostava. Ouviu de novo as gargalhadas puras e sonoras dadas com tanta facilidade, viu os sorrisos alegres e os olhos cintilantes daqueles que com ela partilharam brincadeiras sem fim. Sentiu novamente o ar fresco daquela manhã, as gotinhas de orvalho nos seus cabelos já desalinhados, a pele macia e quente das mãos do mais novo, a pele áspera que demonstrava anos de trabalho do mais velho. E então num misto de lembrança real e sonho...
- Mais rápido avô!!! Mais rápido!!
- gritou ela com a adrenalina a contagiar-lhe todo o corpo, enquanto balançava freneticamente as pernas para que o baloiço subisse mais alto.
- Se te empurro com mais força o mais certo é dares a volta ao tronco e ficares presa nele! – disse o avô soltando uma sonora gargalhada.
- Não faz mal! Eu não me importo! Não tenho medo...tu estás aqui e podes-me salvar!
disse envergando um semblante confiante.
- Só tu mesmo minha pequenita!! Ainda bem que voltaste já tinha saudades tuas!
disse ela saltando do baloiço ainda em andamento.
- Sim! Eu bem te disse que era um até já e não um adeus! disse o avô abraçando-a.
- Eu sei...mas senti a tua falta !E tive medo...pensei que não voltasses mais.
- Nada disso...aquilo já se torna uma rotina, sabes como é, aqueles quartos frios são o meu segundo quarto e aquele pessoal de bata branca são os meus segundos entes queridos!
disse o avô piscando-lhe o olho.
- O que é isso que trazes aí?
- É uma Borboleta! Não me esqueci o quanto as adoras.
-Obrigado. Eu sei que não... disse ela esboçando um leve sorriso. Baloiças-me novamente
- Claro!! E durante horas que pareceram infinitas, houve brincadeira, cantaram-se canções, o avô contou-lhes aquelas histórias que só ele sabia e aquelas adivinhas que a faziam pensar durante tempos e tempos enquanto o Avô sorria para ela divertido
- Bem rapariga está na hora de ir embora.
Ambos se levantaram e deram um beijo na face .
- Onde vais? Perguntou ela curiosa
- Vou olhar o céu.
-Vamos percorrê-lo juntos?
- Talvez um dia, daqui a muito e muitos anos. disse o avô passando carinhosamente a mão na cabeça dela.
- E voltas? perguntou ela começando a ficar triste.
- Estejamos onde estivermos estaremos sempre juntos. Não é um adeus...é um até sempre! Virou costas e desapareceu no intenso nevoeiro. Ela abriu os olhos. Tinha o rosto molhado. Um aperto no peito. O dia estava soalheiro, um céu limpo sem uma única nuvem. Contemplou-o durante alguns minutos e derramando uma lágrima solitária disse: “ Estejas onde estiveres, estaremos sempre juntos....até sempre!”
Recordando o meu avô.